Os fatores que mais pesam
- Quantidade de páginas: uma página simples custa menos que um site com várias seções.
- Design: modelo adaptado ou design exclusivo, feito do zero.
- Funções: formulários, área de cliente, agendamento, loja online, pagamento, integrações.
- Conteúdo: textos, fotos e identidade visual prontos ou a produzir.
- SEO e velocidade: a otimização para o Google e o carregamento rápido exigem trabalho técnico.
- Manutenção: hospedagem, atualização e suporte depois da entrega.
Faixas que guias de mercado citam
Guias publicados no Brasil apontam valores bem amplos. Um guia de 2026 da Nuvemshop, por exemplo, indica que a maioria dos projetos fica entre R$ 1.500 e R$ 15.000, com site institucional simples na faixa de R$ 1.500 a R$ 5.000 e loja virtual indo de R$ 6.000 a R$ 25.000. Outros guias trazem faixas diferentes, o que mostra como o preço varia.
Use esses números só como referência de mercado. Eles não são preços da Blu.Code e podem mudar com o tempo. O que define o seu valor real é o escopo.
Por que o mais barato pode sair caro
Sites baratíssimos costumam usar modelos lentos, ter pouco cuidado com o celular e não ser preparados para o Google. Depois é preciso refazer. Vale mais comparar o que está incluído do que só o valor final.
Como pedir um orçamento certo
- Explique o que a empresa faz e o objetivo do site (gerar contatos, vender, mostrar portfólio).
- Diga se já tem logo, textos e fotos.
- Liste as funções que precisa (WhatsApp, formulário, loja, agendamento).
- Peça prazo, o que está incluso e como funciona o suporte.
Fonte de referência: Nuvemshop: Quanto custa um site em 2026.
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